kardec - o educador

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

  

O Movimento Você e a Paz chega a Tramandaí
Cerca de 1.400 pessoas participam do encontro realizado na 
bela Capital das Praias, no Rio Grande do Sul

O Movimento Comunitário Você e a Paz, evento ecumênico iniciado em 1998 e difundido sistematicamente todos os anos por Divaldo Pereira Franco, é desenvolvido em várias cidades do Brasil e do Exterior.
Na Bahia, o Você e a Paz acontece em várias cidades ao longo de cada ano. É um Movimento que cresce e se intensifica. A cada ano mais cidades realizam o evento Você e a Paz, semeando a cultura da não-violência e estimulando o ser humano a desenvolver a paz íntima.
 
Tramandaí, a Capital das Praias, no Estado do Rio Grande do Sul, realizou na tarde-noite do dia 19 de agosto de 2012 a sua primeira edição (fotos).
Dorotéo Fagundes, do ProgramaGalpão do Nativismo da Rádio Gaúcha, fez a apresentação cultural, executando várias canções regionalistas. Os organizadores foram as instituições representativas do movimento espírita do litoral norte do Rio Grande do Sul.
Após a execução do Hino Nacional Brasileiro e do Hino do Estado do Rio Grande do Sul – Hino Rio-Grandense, cantados por todos, o Prefeito de Tramandaí, Anderson José Tomiello Hoffmeister, fez a saudação inicial destacando a presença de vereadores do Município e do Prefeito de Palmares do Sul-RS.
Luiz Genaro Ladereche Figoli, representante da Loja Maçom 213, de Palmares do Sul, apresentou a proposta de paz que é construída pela maçonaria.
O representante no Núcleo da Cruzada Militar Espírita de Porto Alegre, Uchoa Collares, deu destaque às propostas de paz apresentadas por Jesus.
Só se constrói a paz erradicando a violência 
A Dra. Amália Viviane Faria da Silva, presidente da Comissão de Direitos Humanos de Tramandaí, fez referência à participação, nesta edição do Você
e a Paz, de várias cidades litorâneas próximas. Ressaltou a necessidade do cumprimento dos ditames legais que organizam a sociedade humana, bem como a atualidade da legislação em vigor, destacando as Leis Maria da Penha, oEstatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto do Idoso, afirmando que só se constrói a paz erradicando a violência.
O Instituto Waldomiro Lorenz de Porto Alegre, representado pelo Dr. Fernando Lorenz, disse que a paz, mais do que um sonho, é uma disciplina e que se deve manter o otimismo mesmo em situações desfavoráveis.
Divaldo Franco, o Embaixador da Paz no Mundo, apresentou o entendimento de Buda, Sócrates e Jesus sobre a não-violência, cujas propostas eram o desenvolvimento da paz íntima, aquela que não pode ser quebrada, violentada, pois que tem por base o amor incondicional a si mesmo, ao próximo e a Deus.
No ano 2000, informou o nobre conferencista, a UNESCO estabeleceu seis itens para se alcançar a paz:
1º - Preservar a paz;
2º - Rejeitar a violência;
3º - Ser generoso;
4º - Respeitar o Planeta;
5º - Ouvir para compreender; e
6º - Redescobrir a solidariedade.
O ódio se dissemina até encontrar o algodão do amor 
A ONU identificou as vertentes da violência no mundo durante um encontro internacional de todas as religiões do planeta. Essas vertentes são constituídas de quatro itens: a ignorância, o analfabetismo, a miséria econômica e a miséria sociomoral.
Na sequência, Divaldo enfatizou que a criatura humana assimila o bem, a ternura, a paz, e que o ódio se dissemina até encontrar o algodão do amor.
É necessário trazer a paz para dentro dos lares. É fundamental que a família assuma seu papel inalienável de educadora nos lares. Educação é o trabalho de construção, de edificação do indivíduo. É necessário desarmar o indivíduo de seus ímpetos violentos. Não se erradicam os maus hábitos em pouco tempo, mas em décadas. Há uma violência muito cruel: a indiferença. Agir, não reagir. Tornar-se pacífico é se tornar melhor. A solidariedade e a gentileza devem ser redescobertas. Há necessidade de o indivíduo identificar o objetivo da vida, o seu sentido psicológico.
Essas foram algumas ideias-força destacadas por Divaldo.
 
Finalizada sua participação, Divaldo foi amplamente aplaudido de pé por mais de 1.400 pessoas entusiasmadas em se tornarem pacíficas e pacificadoras. Em seguida, em um gesto de solidariedade e de carinho, todos se abraçaram, cantando a seguir, com muito entusiasmo e alegria, a cançãoPaz pela Paz, de Nando Cordel.
Após o encerramento da solenidade, Dorotéo Fagundes presenteou Divaldo Franco com o Livro-Agenda Gaúcha 2013. É uma agenda que insere cerca de 40 páginas com diversas informações sobre o regionalismo, a cultura gaúcha, um pequeno dicionário de termos gauchescos e diversas outras informações úteis. O Livro-Agenda  é  um projeto anual de
disseminação da cultura regional do Sul do Brasil. O projeto foi lançado em 2004 e seu autor é Dorotéo Fagundes de Abreu.


Nota do Autor:
As fotos que ilustram esta reportagem são de autoria de Jorge Moehlecke.

terça-feira, 28 de agosto de 2012


                                   


                              ALMAS ENAMORADAS

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012



SALVAÇÃO SEGUNDO O ESPIRITISMO


FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO?
Se a máxima fosse “Fora da igreja não há salvação”, cada religião “puxaria sardinha para sua brasa”, haveria muito mais orgulho e briga do que já tem. Se a salvação fosse através de uma determinada religião, Deus seria injusto com aqueles que fazem ou fizeram Sua vontade, mas são de religiões diferentes como Madre Teresa, Chico Xavier, Buda, Gandhi, etc. Afinal, muitos dizem “Senhor, Senhor...", mas não fazem a sua vontade.
A SALVAÇÃO É INDIVIDUAL?
Sim. “Deus retribuirá a cada um segundo suas obras” (Rom. 2:6), “cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus” (Rom. 14:12). Portanto, não será por religião, será pelas nossas obras, baseadas no amor ao próximo, como fez o samaritano da parábola que socorreu um homem que estava todo machucado (porque havia sido assaltado), sem perguntar se ele era um judeu que eles (samaritanos) tanto odiavam. Sendo que, havia passado pelo homem ferido um sacerdote e logo após um levita (ambos trabalhadores do templo e conhecedores da Lei), que apenas olharam e passaram reto. Aqui confirmamos que não é por igreja a salvação, não basta conhecer as leis divinas ou freqüentar uma casa religiosa, tem que colocar em prática.
PARA SER SALVO BASTA ACEITAR JESUS?
Não. Lembremos de Zaqueu. Ele aceitou Jesus, mas somente quando declarou que iria modificar sua atitude Jesus disse que ele estava salvo. Muitos chegam à religião, submetem-se aos rituais, cultos, dogmas, etc, mas não se transformam, não buscam saber o que Deus ou Jesus esperam delas. Fora do templo religioso tornam-se tiranos, corruptos, desonestos, infiéis, exploradores, etc. Esquecem ou não buscam aprender que, “a fé sem obras (úteis) é morta”, ou seja, acreditar ou aceitar e não praticar o que Eles pedem não terá valor.
O SANGUE DE JESUS NOS REDIME (SALVA)?
Não. Jesus Cristo é o nosso Redentor, no sentido de que Ele foi o Enviado do Pai para nos trazer a mensagem do Evangelho. Mas, se fosse o sangue de Jesus que nos remisse (salvasse), não precisaríamos fazer nada. Poderíamos nos esbaldar! E o próprio Jesus disse: Se Ninguém deixará de pagar até o último centavo”. fosse, pois, o sangue Dele que nos redimisse, não teríamos que pagar nem o primeiro nem o último centavo do preço de nossas faltas! E esse ensino do Mestre nos deixa claro, também, que pago o último centavo, estaremos quites com a Justiça Divina, não tendo nós que pagar mais nada, porquanto, a justiça divina é perfeita. E isso derruba por completo as chamadas penas eternas.
FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO?
Sim. Mas, primeiro precisamos aprender o significado da palavra caridade. Caridade não é somente dar esmolas. Caridade é “fazer ao próximo o que gostaríamos que o próximo nos fizesse”, ou seja, não enganar, não roubar, não adulterar, não desrespeitar, não ser violento, é matar a fome de alguém, é vestir alguém, é calçar alguém, é evangelizar alguém, é retirar alguém do vício, é não julgar, é levar uma palavra de consolo, é um sorriso sincero, é um abraço afetuoso, é cuidar do idoso, dos animais, da Natureza, do planeta, enfim, é respeitar e cuidar de tudo o que Deus criou, inclusive nós mesmos que também somos criação Dele.
Como disse Emmanuel “salvação” não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é libertação de compromisso; é regularização de débitos. E, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não seremos salvos do resgate das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade.
Quando fizermos da caridade a nossa lei, e da solidariedade nossa norma de conduta, nos converteremos em agentes do Bem na Terra, a mesma luz que acendermos para os outros purificará a nossa alma. Em I Pedro, 4:8 diz
: “O amor cobre a multidão dos pecados”, quer dizer que todo o Bem que estendermos ao próximo diminuiremos a multidão de erros que cometemos no passado e no presente. Só assim estaremos salvos, livres de resgates, muitas vezes dolorosos, aflitivos através das reencarnações. Reencarnaremos quantas vezes for preciso até que paguemos o último centavo de nossos débitos com a lei divina.
Por isso a bandeira do Espiritismo é FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.


OBSERVAÇÃO: Numa entrevista feita pela TV gaúcha, uma pessoa, perguntou para o médium espírita Divaldo P. Franco: “Porque, sendo espírita, sofro tanto a muito tempo?” E Divaldo respondeu que o Espiritismo não nos torna salvos da dor. A função do Espiritismo é a de nos fortalecer para a dor e não a de nos libertar dela sem o necessário mérito do sofrimento; a função do Espiritismo é nos dar uma visão ampla da vida, nos oferecendo recursos para superarmos as limitações. E acrescentou, que graças a Deus, ela sendo espírita, estava sofrendo, porque é sempre bem-aventurado aquele que resgata perante os Bancos da Misericórdia Divina. Porque a dor, ao invés de ser punição, é benção, é crédito perante a vida.
Portanto, como vemos, até entre nós espíritas, que temos o esclarecimento espiritual da lei de causa e efeito, há pessoas que querem ter o privilégio de se
“salvar”, ou seja, de escapar do sofrimento, causado por nós mesmos quando transgredimos as leis divinas, só porque somos dessa ou daquela religião. Isso só acontece, porque nosso orgulho nos faz achar que somos melhores do que os outros, e principalmente por não buscarmos o conhecimento, ou esclarecimento da Doutrina dos Espíritos.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

CONFLITOS FAMILIARES


discussão em família
Um dos mais graves problemas humanos está na dificuldade de convivência no lar. Pessoas que enfrentam desajustes físicos e psíquicos tem, não raro, uma história de incompatibilidade familiar, marcada por freqüentes conflitos.
Há quem resolva de forma sumária: o marido que desaparece, a esposa que pede divórcio, o filho que opta por morar distante.
Alguns espíritas utilizam o conhecimento doutrinário para curiosas racionalizações:
- Minha mulher é o meu carma: neurótica, agressiva, desequilibrada. Que fiz de errado, meu Deus, para merecer esse "trem"?
- Só o Espiritismo para me fazer tolerar meu marido. Agüento hoje para me livrar depois. Se o deixar agora terei que voltar a seu lado em nova encarnação. Deus me livre! Resgatando meu débito não quero vê-lo nunca mais!

Espíritos que se prejudicaram uns aos outros e que, não raro, foram inimigos ferozes, reencontram-se no reduto doméstico.
Unidos não por afetividade, nem por afinidade, e sim por imperativos de reconciliação, no cumprimento das leis divinas, enfrentam inegáveis dificuldades para a harmonização, mesmo porque conservam, inconscientemente, a mágoa do passado. Daí as desavenças fáceis que conturbam a vida familiar. Naturalmente situações assim não interessam à nossa economia física e psíquica e acabam por nos desajustar.
Importante considerar, todavia, que esses desencontros são decorrentes muito mais de nosso comportamento no presente do que dos compromissos do pretérito. Não seria razoável Deus nos reunir no lar para nos agredir e magoarmos uns aos outros.
É incrível, mas somos ainda tão duros de coração, como dizia Jesus, que não conseguimos conviver pacificamente. Reunamos duas ou mais pessoas numa atividade qualquer e mais cedo ou mais tarde surgirão desentendimentos e desarmonia. Isso ocorre principalmente no lar, onde não há o verniz social e damos livre curso ao que somos, exercitando o mais conturbador de todos os sentimentos, que é a agressividade.
Neste particular, o estilete mais pontiagudo, de efeito devastador, é o palavrão. Pronunciado sempre com entonação negativa, de desprezo, deboche ou cólera, é qual raio fulminante. Se o familiar agredido responde no mesmo diapasão, o que geralmente acontece, "explode" o ambiente, favorecendo a infiltração de forças das sombras. A partir daí tudo pode acontecer: gritos, troca de insultos, graves ofensas e até agressões físicas, sucedidos, invariavelmente, por estados depressivos que desembocam, geralmente, em males físicos e psíquicos.
Se desejamos melhorar o ambiente doméstico, em favor da harmonização, o primeiro passo é inverter o processo de cobrança.
Normalmente os membros de uma casa esperam demais dos outros, reclamando atenção, respeito, compreensão, tolerância . . . A moral cristã ensina que devemos cobrar tudo isso sim, e muito mais, mas de nós mesmos, porquanto nossa harmonia íntima depende não do que recebemos, mas do que damos. E, melhorando-nos, fatalmente estimularemos os familiares a fazer o mesmo.
Todos aprendendo pelo exemplo, até o amor. Está demonstrado que crianças carentes de afeto tem muita dificuldade para amar. Será que estamos dando amor aos familiares?
Não é fácil fazê-lo porque somos Espíritos muito imperfeitos. Mas foi para nos ajudar que Jesus esteve entre nós, ensinando-nos como conviver harmoniosamente com o semelhante, exercitando valores de humildade e sacrifício, marcados indelevelmente pela manjedoura e pela cruz.
• exerça severa vigilância sobre o que fala. Geralmente as desavenças no lar tem origem no destempero verbal;

• diante de familiares difíceis, não diga: "É minha cruz!" O único peso que carregamos, capaz de esmagar a alegria e o bom-ânimo, é o de nossa milenar rebeldia ante os sábios planos de Deus;

• elogie as virtudes do familiar, ainda que incipientes, e jamais critique seus defeitos. Como plantinhas tenras, tanto uns como outros crescem na proporção em que os alimentamos;

• evite, no lar, hábitos e atitudes não compatíveis com as normas de civilidade vigentes na vida social sem respeito pelos companheiros de jornada evolutiva fica difícil sustentar a harmonia doméstica;

• cultive o diálogo. Diz André Luiz que quando os companheiros de um lar perdem o gosto pela conversa, a afetividade logo deixa a família.


Grupo de Estudos Allan Kardec

sexta-feira, 17 de agosto de 2012



                     DESENCARNAÇÃO
                                      TEREZINHA DE OLIVEIRA


DEFINIÇÃO: Desencarnação é o processo pelo qual o espírito se desprende do corpo, em virtude da cessação da vida orgânica e, conservando o seu perispírito, volta à vida espírita.
SEPARAÇÃO DA ALMA DO CORPO: O desprendimento do perispírito em relação ao corpo:
a) Opera-se gradativamente, pois os laços fluídicos que o ligam ao corpo não se quebram, mas se desatam.
b) O cérebro é o último ponto a se desligar.
No instante da agonia, quando esse desligamento está se processando, o desencarnante costuma ter uma visão panorâmica, rápida e resumida, mas viva e fiel, dos pontos principais da existência terrena que está findando (chegando ao fim).
Logo após a desencarnação, o espírito entra em um estado de perturbação espiritual. Como estava acostumado às impressões dos órgãos dos sentidos físicos, fica confuso, como quem desperta de um longo sono e ainda não se habituou, de novo, ao ambiente onde se encontra. A lucidez das idéias e a lembrança do passado irão voltando, à medida que se desfaz a influência da matéria.
O QUE INFLUI NO PROCESSO DE DESENCARNAÇÃO: O processo todo da desencarnação e reintegração à vida espírita dependerá:
a) Das circunstâncias da morte do corpo. Nas mortes por velhice, a carga vital foi se esgotando pouco a pouco e, por isso, o desligamento tende a ser natural e fácil e o espírito poderá superar logo a fase de perturbação. Nas mortes por doença prolongada, o processo de desligamento também é feito pouco a pouco, com o esgotamento paulatino da vitalidade orgânica, e o espírito vai se preparando psicologicamente para a desencarnação e se ambientando com o mundo espiritual que, às vezes, até começa a entrever, porque percepções estão transcendendo ao corpo. Nas mortes repentinas ou violentas (acidentes, desastres, assassinatos, suicídios, etc.) o desatar dos laços que ligam o espírito ao corpo é brusco e o espírito pode sofrer com isso, e a perturbação tende a ser maior. Em casos excepcionais (como o de alguns suicidas), o espírito poderá (não é regra geral) sentir-se por algum tempo, "preso" ao corpo que se decompõe, o que lhe causará dolorosas impressões.

b) Do grau de evolução do espírito desencarnante. De modo geral, quanto mais espiritualizado o desencarnante, mais facilmente consegue desvencilhar-se do corpo físico já sem vida. Quanto mais material e sensual, apegada aos sentidos físicos, tiver sido sua existência, mais difícil e demorado é o desprendimento. Para o espírito evoluído, a perturbação natural por se sentir desencarnado é menos demorada e causa menos sofrimento. Quase que imediatamente ele reconhece sua situação, porque, de certa forma, já vinha se libertando da matéria antes mesmo de cessar a vida orgânica (vivia mais pelo e para o espírito). Logo retoma a consciência de si mesmo, percebe o ambiente em que se encontra e vê os espíritos ao seu redor. Para o espírito pouco evoluído, apegado à matéria, sem cultivo das suas faculdades espirituais, a perturbação é difícil, demorada, sendo acompanhada de ansiedade, angústia, e podendo durar dias, meses e até anos. O conhecimento do Espiritismo ajuda muito o espírito na desencarnação, porque não desconhecerá o que se está passando e poderá favorecer o processo, sem se angustiar desnecessariamente e procurando recuperar-se mais rápido da natural perturbação. Entretanto, a prática do bem e a consciência pura é que pode assegurar um despertar pacífico no plano espiritual.
A AJUDA ESPIRITUAL: A bondade divina, que sempre prevê e provê o que precisamos, também não nos falta na desencarnação. Por toda a parte, há Bons Espíritos que, cumprindo os desígnios divinos, se dedicam à tarefa de auxiliar na desencarnação os que estão retornando à vida espírita. Alguns amigos e familiares( desencarnados antes) costumam vir receber e ajudar o desencarnante na sua passagem para o outro lado da vida, o que lhe dá muita confiança, calma e, também, alegria pelo reencontro. Todos receberão essa ajuda, normalmente, se não apresentarem problemas pessoais e comprometimento com espíritos inferiores. Em caso contrário, o desencarnante às vezes não percebe nem assimila a ajuda ou é privado dessa assistência, ficando à mercê de espíritos adversários e inferiores, até que os limites da lei divina imponham um basta à ação destes e o espírito rogue e possa receber e perceber a ajuda espiritual.
DEPOIS DA MORTE: Após desligar-se do corpo material, o espírito conserva sua individualidade, continua sendo ele mesmo com seus defeitos e virtudes. Sua situação, feliz ou não, na vida espírita, será conseqüência da sua existência terrena e de suas obras. Os bons sentem-se felizes e no convívio de amigos; os maus sofrem a conseqüência de seus atos; os medianos experimentam as situações de seu pouco preparo espiritual. Através do perispírito, conserva a aparência da última encarnação, já que assim se mentaliza. Mais tarde, se o puder e desejar, a modificará. Depois da fase de transição, poderá estudar, trabalhar e preparar-se para nova existência, a fim de continuar evoluído.

Grupo de Estudos ALLAN KARDEC

terça-feira, 14 de agosto de 2012



J. Raul Teixeira conta que certo dia ia a uma conferência numa cidade importante do Brasil, e ao dirigir-se para almoçar num restaurante, com os seus anfitriões, enquanto esperavam que o semáforo abrisse para atravessarem larga avenida, ele via uma mulher andrajosa ali ao lado, no caixote do lixo a procurar comida e a separar o lixo mais limpo do mais sujo. Tal cena causou-lhe tamanha impressão, que perdeu a vontade de almoçar, embora a necessidade de o fazer. Enquanto tentava se recompor mentalmente, já no restaurante, pensando naquele ser que nada tinha, e ele ali num restaurante com os seus amigos, apareceu-lhe, através do fenômeno da vidência espiritual, um espírito amigo que o acompanha na sua tarefa doutrinária, que o acalmou, referindo que mesmo que fosse dar comida àquela senhora ela recusaria. E o Espírito, em breves pinceladas contou a história daquela mulher, que nesta vida era a reencarnação de um famoso político brasileiro, ainda hoje muito conceituado, e que por ter prejudicado tanto o povo, tinha reencarnado numa condição miserável, devido ao mecanismo do complexo de culpa que fez, após a morte do corpo de carne, no mundo espiritual (onde não conseguimos esconder nada, nem de nós, nem dos outros), voltando numa condição miserável para aprender a valorizar aquilo que ele tanto desprezara na vida anterior: as dificuldades financeiras do próximo. Curiosamente, o nome desse famoso político estava afixado nesse local, dando nome à avenida, e essa mulher, por um mecanismo de fixação inconsciente, não largava aquele local onde outrora lhe prestaram grandes homenagens. Não era um castigo divino, mas sim uma decorrência da Lei de Causa e Efeito, onde cada um colhe de acordo com os seus atos, pensamentos e sentimentos.
"A SEMEADURA É LIVRE MAS A COLHEITA OBRIGATÓRIA"

FRASE DE CHICO XAVIER: "Devemos orar pelos políticos, pelos administradores da vida pública. A tentação do poder é muito grande. Eu não gostaria de estar no lugar de nenhum deles. A omissão de quem pode e não auxilia o povo é comparável a um crime que se pratica contra a comunidade inteira. Tenho visto muitos espíritos dos que foram homens públicos na Terra em lastimável situação na Vida Espiritual . . ."

Grupo de estudos Allan Kardec.



quinta-feira, 9 de agosto de 2012


Divaldo Franco: 
“Mesmo sem esperar pela retribuição, vale a pena amar” 
O conhecido médium e orador fala sobre os caminhos que nos levam à saúde plena, física e mental

Médium brasileiro conhecido mundialmente, Divaldo Pereira Franco (foto) psicografou mais de 250 livros, dos quais 92 foram traduzidos para 16 idiomas. Realizou mais de 13.000 conferências em 64 países em todos os continentes. É organizador de um extenso projeto social em um subúrbio de Salvador, Bahia. Recebeu o título  de  "Embaixador
da Paz Mundial” em Genebra e mais de 600 outras homenagens em diversos países.

Divaldo esteve em Praga no dia 8 de junho 2012 participando do III Seminário Espiritualidade e Saúde, no qual proferiu uma conferência sobre a saúde como resultado da força da vontade e da reforma interior.
Na oportunidade, ele concedeu-nos a seguinte entrevista (1):

Há 22 anos o senhor profere frequentemente palestras na República Tcheca. Por que esta atenção especial com nosso país? 

Nós, espíritas, acreditamos que Allan Kardec, o eminente pedagogo nascido em Lyon, na França, no dia 3 de outubro de 1804, que codificou o Espiritismo, foi, em reencarnação anterior, o inesquecível Jan Huss, queimado vivo pela intolerância religiosa em Constança, no dia 6 de julho de 1415. Em consequência, temos muito carinho pela República Tcheca e, não só por isso, mas também por ser um país de nobres pensadores, artistas, cientistas e pessoas laboriosas, estoicas...

Recordamos que no passado, antes da Segunda Guerra Mundial, havia um grande movimento espírita no país, quando foram publicados periódicos durante muito tempo, abordando o Espiritismo como ciência, filosofia e religião. Ademais, o amigo Josef Jackulak, que nos hospeda e nos recebe em Viena, é cidadão tcheco, e me conduz sempre à pátria que lhe é muito querida, o que me constitui grande motivo de júbilos. 

Nos tempos atuais, terapias alternativas para a saúde se multiplicam e se diversificam. Como o senhor explica este desenvolvimento? 
A evolução do conhecimento científico sobre o ser humano, especialmente nas áreas das ciências psicológicas e médicas, constatou que todos somos energia condensada, naquilo que denominamos como corpo somático, e que a maioria dos conflitos e enfermidades são decorrência da desarmonia entre mente e emoção, além da hereditariedade que exerce um papel muito significativo na construção da saúde.

Oportunamente, a Organização Mundial da Saúde estabeleceu que não existem doenças, mas doentes, isto é, pessoas predispostas às doenças.
Como espíritas, acreditando na reencarnação, sabemos que somos herdeiros dos hábitos passados e das construções mentais e morais do passado, que se transformam em saúde ou enfermidade na nova experiência carnal. Desse modo, as modernas terapêuticas alcançam o ser interior, não ficando somente nos efeitos dos distúrbios, porém, indo até às causas. Isto tem contribuído para auxiliar o indivíduo a alcançar um estado de saúde integral e, não somente, proporcionando a cura de uma ou de outra enfermidade mas deixando campo aberto a novas doenças. 

Quais os caminhos para encontrarmos a saúde plena, física e mental? 
Inicialmente, recordamo-nos do ensinamento latino: mens sana in corpore sano (mente sã em corpo são). Isto significa que o equilíbrio emocional perante a vida é decorrência das heranças psíquicas de outras existências e que, para a conquista da saúde plena, torna-se indispensável a harmonia entre o pensar, o sentir e o agir.

Carl Gustave Jung, o psiquiatra e neurologista suíço, demonstrou que somos aquilo que pensamos, que cultivamos, como aliás, a quase totalidade dos psicoterapeutas,  psicólogos e psiquiatras. O hábito, portanto, de cultivar os pensamentos edificantes, o respeito por si mesmo, a meditação, as leituras saudáveis, a prática do bem, do perdão e da compaixão, em forma de caridade e de amor, mesmo que sem a conotação religiosa, constituem excelentes caminhos para a aquisição da saúde integral. 

Como desenvolver nossa força de vontade na luta contra nossos males? 

A melhor maneira de desenvolver nossa força de vontade para a luta contra os males que nos afligem é perseverar nos bons propósitos, e, mesmo repetindo o erro, recomeçar tantas vezes quantas se façam necessárias. O exercício da paciência na conquista e edificação interior produz a energia que nos dá resistência para os enfrentamentos internos com os males que nos ameaçam. 

Como o exercício da mediunidade pode contribuir para o bem comum? 

O ato de exercer a mediunidade abre espaço para a comprovação da imortalidade do Espírito à disjunção cadavérica, o que se torna uma valiosa contribuição para os conflitos que aturdem os seres humanos, libertando-os do medo da morte, do sofrimento, da amargura. Isto porque os fenômenos mediúnicos oferecem as paisagens do bem-estar, da saúde e da alegria de viver, em razão do grande júbilo interior que caracteriza os médiuns em auxiliar o próximo, aplicando, inclusive, a bioenergia que tem efeitos curativos.

O senhor realiza curas? 

Não realizo curas, infelizmente, mas proporciono os esclarecimentos próprios para a libertação dos sofrimentos que transtornam os indivíduos.  

Como é o convívio cotidiano, vendo, ouvindo e sentindo a presença dos Espíritos? 

A princípio, quando surge a mediunidade, é algo perturbador, pelo inusitado da ocorrência. Posteriormente, à medida que há a educação das faculdades mediúnicas, o sensitivo passa a controlar as ocorrências, conseguindo o equilíbrio para uma vida saudável e perfeitamente compatível com os níveis do que denominamos como normalidade emocional, mental e de conduta.  
Como é promovida a saúde das crianças e jovens que se beneficiam de seu projeto social “Mansão do Caminho”? 

Utilizamo-nos de todos os recursos e contributos da ciência médica, tomando os cuidados próprios na alimentação, higiene e hábitos saudáveis, acompanhados pelos exercícios mentais da meditação, da oração, das leituras edificantes e dos diálogos pedagógicos para uma existência feliz.  

Qual mensagem o senhor teria para nossos leitores? 

A minha mensagem é feita de paz, rica de amor e de ternura. O ser humano sofre porque não se permite o autoamor, e, não se amando, aos demais não ama, o que gera inumeráveis conflitos que o infelicitam.
Mesmo sem esperar pela retribuição, vale a pena amar. O amor já não é mais uma proposta da libido ou da teologia, mas um processo psicoterapêutico que favorece a harmonia interior no ser humano, proporcionando-lhe bem-estar e paz, com efeitos positivos na saúde.

Desse modo, não nos devemos preocupar quando temos inimigos, mas ficarmos vigilantes, a fim de não nos tornarmos inimigos de ninguém, porque todo aquele que guarda ódio, ressentimento e desejo de vingança, conduz lixo mental e esse envenena os neurônios, tornando inditoso aquele que lhe sofre a injunção.

REVISTA O CONSOLADOR  
 
Entrevista elaborada em conjunto com grupo de estudos ALLAN KARDEC, de Praga e Viena

segunda-feira, 6 de agosto de 2012



A MOÇA QUE COMIA OS PRÓPRIOS CABELOS 
                                HISTORIA


Aproximadamente três centenas de pessoas, no Centro Espírita Eurípedes Barsanulfo, em Deuslândia, a 50 quilômetros de Goiânia, assistiram a um caso singular de obsessão. Melhor dizendo, de desobsessão, porque os agressores foram separados da agredida, deixando, portanto, de influenciá-la.
Certa vez, uma jovem foi conduzida pela avó até ali, desesperada ante mania repentina demonstrada pela neta: arrancava tufos do couro cabeludo, mastigando-os e engolindo-os. Este distúrbio é conhecido como tricotilomania. Se pêlos humanos levam anos para se biodegradar, entopem pias e ralos, resistindo até mesmo à soda caustica, imaginem seu acúmulo no aparelho digestivo de uma pessoa!
Era uma moça de pouco mais de 20 anos, de olhar aflito e assustado. A pedido do médium, Geraldo Inácio da Silva, ela retirou o turbante que lhe cobria a cabeça e todos viram o que sobrara de seus cabelos negros muito curtos e ralos e disse:
- Ela está liberada para retornar às atividades normais. Graças a Jesus e à equipe de seu Eurípedes, ela não tem mais obsessor para comer cabelo.
Ela se arrastou por consultórios médicos, tratada por impotentes especialistas que não admitem sequer discutir o processo obsessivo, e que também não curam porque não sabem, quando a doença é de natureza espiritual.
Há quem negue a obsessão, alegando "motivos científicos".
A moça que comia os próprios cabelos, todavia, livre dos obsessores, não os come mais, sem precisar que lhe amarrem as mãos nas costas, aliás, esta providência foi o único remédio realmente eficaz receitado pelos médicos para conter seu apetite insólito.
A medicina acadêmica será muito mais eficiente quando romper a barreira do materialismo sectário em que ainda se deixa prender, em pleno Terceiro Milênio e passar a tratar a pessoa como corpo e espírito.
Podem os espíritos daqueles que já morreram influenciar negativamente um inimigo que continua vivo neste mundo, provocando-lhe inclusive doenças? Jesus respondeu que sim. Não apenas um, mas três dos seus biógrafos - Mateus, Marcos e Lucas - assinam a passagem evangélica denominada "Os endemoninhados gadarenos", onde o Nazareno expulsa uma legião de espíritos maus que atormentam dois homens vistos como alienados mentais.

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Muitas vezes, nos referimos à desobsessão como se fosse apenas a conversa fraterna e esclarecedora, dirigida aos companheiros desencarnados no recinto do templo espírita.
Entretanto, urge esclarecer que a tarefa desobsessiva é de todas as horas, a começar de nós mesmos, na luta diária do auto-aperfeiçoamento, manifestando-se em atitudes diversas, tais como:
Desabotoando o sorriso nos lábios em momentos de tensão e angústia;
Reprimindo as explosões de cóleras;
Evitando a resposta descaridosa;
Suprimindo a palavra contundente;
Controlando os gestos bruscos;
Fugindo às expressões do sarcasmo;
Compulsando o livro nobre;
Buscando o trabalho honesto;
Fortalecendo o serviço da caridade;
Cooperando na paz doméstica;
Sustentando a harmonia no grupo de assistência;
Cultivando paciência e entendimento;
Desvinculando-se dos problemas da ingratidão.
À luz do Espiritismo, desobsessão é sinônimo de libertação e não há libertação verdadeira sem conhecimento de nós mesmos, tanto quanto o auto-conhecimento reclama esforço e persistência, coragem e renúncia.
Por isso, somente com estudo sincero e perseverante da Doutrina Espírita, e exemplificação de seus ensinamentos, poderemos colimar o urgente objetivo da desobsessão em nós, pois foi o próprio Cristo quem um dia afirmou: "Conhecereis a Verdade e a Verdade vos fará livres".

André Luiz
Grupo de Estudos Allan Kardec

quarta-feira, 1 de agosto de 2012


DIVALDO PEREIRA FRANCO NARRA: PAI MATA FILHO

Divaldo conta uma história real, que leu na  revista Seleções, escrito pelo próprio autor da tragédia: O PAI.
Este contou que dava tudo ao filho. Mudou-se de casa para dar-lhe mais conforto, piscina, brinquedos, etc. Mas para proporcionar tudo isso teve que trabalhar mais e, consequentemente, ausentar-se mais.
O filho foi crescendo, e cada vez que o pai chegava de viagem, a esposa tinha uma novidade do filho. Mas o pai sempre achava que era “coisa” da esposa. Ela chegou a pegar droga no quarto do filho, e o pai dizia que era normal, que todos experimentam droga um dia. E quando conversava com o rapaz, este sempre tinha uma desculpa. Ele dizia que experimentou, mas não gostou, ou dizia que a droga não era dele, enfim, “enganavam-se.”
Um dia, o pai ao voltar de viagem, soube que o filho estava na UTI de um hospital, porque havia tomado um over dose, ele era um toxicômano.
Então, após alguns dias, o rapaz recebeu alta hospitalar, mas a família foi alertada que, se o rapaz continuasse a usar drogas, morreria em poucos meses.
Os pais redobraram a vigilância e cuidado com o filho. Mas, um dia, o filho pediu a chave do carro. Os pais disseram que não dariam, pois ele não estava bem, e poderia matar alguém no trânsito. O filho começou a gritar, exigir e ameaçar. O pai correu até o quarto, pegou uma arma e voltou até onde estava a discussão. O filho correu até a cozinha, pegou uma faca e avançou sobre os pais. O pai gritou e disse para que o filho não avançasse, porque ele seria obrigado a atirar. O rapaz alterado
  disse para o pai matá-lo, mas antes mataria os dois e pegaria a chave do carro. Quando o rapaz avançou, o pai atirou. O filho caiu, e morreu.
O pai foi ao tribunal, e lá disse que matou porque se não matasse outros inocentes morreriam. Disse também que ele e a esposa mereciam morrer, pois não souberam educar, e que criaram um monstro. E por fim, afirmou perante o júri que estava triste, transtornado, mas não estava arrependido do que havia feito. Este pai foi absolvido unanimemente. Mas, até hoje ele se pergunta:
 
“Onde eu errei?”

Divaldo,
 então, disse: O pai da história não era um pai, era um fornecedor, era uma empresa que dava coisas. Porque o pai e a mãe não são empregados dos filhos ou empresas fornecedores de coisas, são “educadores”. Deus confia a alma para a pessoa poder dignificá-la, para educá-la, para protegê-la de si mesmo (não deixando aflorar os erros, as falhas e vícios do passado, para que ela não erre novamente), e não para sobrecarregá-la de coisas vãs, que irão conduzi-la para um estado patético (como no caso do toxicômano).
Nessa narrativa, não se ouviu uma vez sequer o pai dizer o nome de Deus, ou que ele colocou o filho no colo e o ensinou a oração dominical, para que ele conhecesse o Pai dos pais. Não podemos nos atrever a dizer que o pai errou, mas podemos dizer que faltou no seu programa de educação a auto doação e a educação religiosa. Porque a família é um grupo social, onde aprendemos os nossos direitos e nossos deveres. Na família, os pais tem deveres para com os filhos e os filhos além de respeito para com os pais, tem deveres com eles, mesmo quando são injustos. Porque os filhos têm a tarefa de construir o seu porvir, e mais tarde ser o que o pai não foi para ele.
Com a visão reencarnacionista, podemos entender as diferenças de comportamento, e o nosso compromisso fica mais claro. Nós não nos juntamos dentro de um lar por acaso. Por isso, a proposta do Espiritismo é que:
 “O MELHOR É VIVER EM FAMÍLIA, APERTE ESTE LAÇO.”