kardec - o educador

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terça-feira, 25 de novembro de 2014

                                    ERRATICIDADE

São errantes, isto é, estão na erraticidade, todos os Espíritos que têm caminho a percorrer nas lutas da evolução

Erraticidade é o nome que adotamos para indicar o tempo que o Espírito, terminada uma experiência encarnatória, aguarda para reencarnar-se de novo. 

 Significa período de tempo entre uma existência que terminou e outra que  se estará  iniciando. 

Não se refere a lugar, mas a tempo. 

Alguns metapsiquistas importantes, estudiosos da reencarnação, utilizam o termo intermissão, em vez de erraticidade. 

O Espírito, durante esse tempo, não está à toa. Ele está vivendo sua vida normal de espírito.

Está estudando, preparando-se, aprendendo, convivendo com outros Espíritos enquanto a hora do novo mergulho na  carne não chega. 

Dizemos, portanto que todos os Espíritos sujeitos a novas encarnações –  reencarnações, portanto,  aguardam-nas na chamada erraticidade. 

Erraticidade é, portanto, tempo de espera. Seria a “fila da reencarnação”.

E é uma senhora fila. Sobretudo hoje, quando os casais se recusam, insistentemente, a dar acolhida aos filhos que querem nascer. 
Na França, por exemplo, havia o risco de os franceses desaparecerem do mapa. 

Mulher francesa ter filhos?! 

Nem pensar! 

De repente, o governo de lá viu que devia fazer alguma coisa. E ofereceu incentivo às mães que resolvessem abrir a porta da fecundação.

 Era necessário que nascessem novos bebês, senão, do povo francês, não restaria nem  semente.

Na China, há muito tempo, sofre conseqüências sérias  o casal  que tenha mais de um filho. 

 Filhas, lá, tempos atrás, nem por decreto. Hoje estão os chineses com  um problema sério: não há mulheres suficientes para atender ao anseio de casamento dos rapazes. Falta mulher. 

Há mais homens que mulheres. 

Na Itália, na Alemanha, nos Estados Unidos, também, não é fácil nascer. 

Coisa de gente rica. Ou de economista. 

Ou até de ministro da saúde, ás vezes. Nasce muito é onde a pobreza é farta. 

Rico não quer trabalho, nem problema, nem muita gente por perto!  

Quer é gozar a vida!

Pois bem: sobre esse tempo de espera já aprendemos algumas coisas. 

É sobre essas coisas que vamos conversar um pouco hoje. Por exemplo:

1 – Reencarna o Espírito, logo depois de se haver separado do corpo, isto é,   uma encarnação pode ocorrer imediatamente após o término de outra que a antecedeu?

 (Há pouco tempo uma novela da Rede Globo de Televisão - Alma Gêmea - apresentou uma cena em que sugeria ter acontecido exatamente isso.)

– Imediatamente, não. 
Há uma impossibilidade natural. 

No período de nove meses em que o bebê está se formando no seio da mãe, o Espírito que fornece a matriz do corpo que se forma, tem que estar presente, já em condições de participar do processo; livre, portanto, dos resíduos que ainda estaria carregando da experiência anterior. 

A literatura especializada registra casos que sugerem a ocorrência de períodos muito curtos de intermissão.

 Não são comuns, mas existem.

2 – De quanto tempo podem ser esses intervalos entre uma encarnação e outra?

 Muito variados. 

Desde poucos meses até milhares de anos. 

Não há limite extremo estabelecido para esse estado de espera, que pode prolongar-se muitíssimo, mas que nunca é perpétuo. 

Cedo ou tarde, o Espírito terá que volver a uma existência apropriada  a purificá-lo das máculas de existências precedentes. 

A duração é uma conseqüência do livre arbítrio. Não há pressa. É preciso que haja o convencimento do Espírito para que ele próprio se decida a  aceitar reencarnar-se. 

Excetuam-se os casos de reencarnação compulsória, também não muito comuns.

Hernani Guimarães Andrade, examinando diversos casos de reencarnação colhidos por pesquisadores de renome internacional, e baseando-se em informações de Emmanuel, registradas no livro Roteiro, psicografado por Francisco Cândido Xavier, deduz, matematicamente, que o tempo médio de intermissão para os casos pesquisados foi de 250 anos, indicando uma média de quatro encarnações  por milênio!. Mas sugere que, com o crescimento da população encarnada, esse tempo médio, evidentemente, se tornará menor.

3 – Há alguma conotação entre “estado de erraticidade” e “inferioridade espiritual”?

 Não. Nenhuma. Dizemos que são errantes, isto é, estão na erraticidade, todos os  Espíritos que têm caminho a percorrer nas lutas da evolução. 

Somente os Espíritos puros, porque já chegaram lá, estão fora do grupo de Espíritos errantes. 

Até os Espíritos Superiores que, segundo Kardec, já atingiram a penúltima classe da escala analisada nas questões 100 e seguintes de O Livro dos Espíritos, até eles, estão na fila da reencarnação; são, pois, Espíritos errantes, também.

4 – Como se instruem os Espíritos que aguardam nova experiência            encarnatória?

– Estudando em universidades ou escolas preparatórias que, à disposição deles, existem em profusão nas cidades espirituais a que estão vinculados pela residência ou pela ocupação.

 Também aprendem observando os lugares e as pessoas aonde vão; ouvem os discursos dos homens doutos e os conselhos dos Espíritos mais elevados, o que lhes permite adquirir conhecimentos que antes não tinham.

5 – Conservam os Espíritos algumas de suas paixões?

– A morte não produz milagres. 

Os Espíritos são tais como eram quando na pele de pessoas encarnadas. 

Sujeitos a emoções, portadores de vícios e de virtudes. Os mais evoluídos se livram com facilidade dos pequenos que na matéria conduziam. 

Os inferiores, não: conservam esses vícios que muitas vezes os transformam em verdadeiras pedras de tropeço nos caminhos da invigilância.

6 – O Espírito progride na erraticidade?

– Sim. Para isso é que estudam, trabalham e praticam. Mas a comprovação desse progresso só se faz na experiência física.

7 – São felizes ou infelizes os Espíritos errantes?

– Depende da consciência de cada um. Há os felizes e há os em dificuldade. Como aqui.

8 – Afinal, como vivem?


– Em colônias espirituais construídas por eles próprios. Tais como a colônia  Nosso Lar que serviu de tema para o primeiro livro de André Luiz e através do qual aprendemos tantas coisas da vida e da organização das comunidades que acolhem Espíritos errantes já equilibrados ou a caminho  de  sua  recuperação.  (Sobre  a colonia Nosso Lar, leia o livro Cidade no Além, de Heigorina Cunha, prefaciado por André Luiz)

Mas André Luiz não é o único repórter do mundo espiritual. Inúmeros outros Espíritos, aqui e no exterior, já nos deram seguros e universais esclarecimentos sobre a vida espiritual; seus sistemas de administração, educação, saúde, segurança, disciplina, remuneração. 

Lúcia Loureiro fez trabalho sério de pesquisa em diversas obras do gênero, publicadas no Brasil ou no exterior e nos oferece seus resultados no seu importante livro Colônias Espirituais, editado por Editora Mnêmio Túlio, de São Paulo.  


ARTHUR BERNARDES DE OLIVEIRA

domingo, 16 de novembro de 2014




Doença mental ou 
doença cerebral?
Uma visão espírita

O entendimento dos transtornos “mentais” passa pela compreensão do mecanismo de reparação dos desatinos pretéritos e atuais, através da lei de causa e efeito.(1)


Ao retornar à dimensão física, a Individualidade reencarnante traz, em seu perispírito, marcas cármicas constituídas por vibrações desarmônicas, relacionadas a débitos e culpas, adquiridos em vivências anteriores. 

Essas marcas energéticas, em virtude de sua natureza cármica, irão plasmar, em seu corpo físico, regiões de fragilidade. Essas regiões encontram-se mais suscetíveis ao desenvolvimento de enfermidades que, em última análise, estarão relacionadas ao carma a que está vinculada a Individualidade. Obviamente, o surgimento dessas enfermidades depende também da conduta atual do Espírito domiciliado no plano físico.
Vejamos um exemplo: determinado Espírito comprometeu-se, em existências passadas, com o abuso de bebidas alcoólicas e cometeu falhas morais em virtude desse vício.

 Ele poderá reencarnar então com marcas nas áreas do perispírito que são responsáveis pela vitalização do aparelho digestivo.


 Essas marcas estarão criando uma predisposição ao aparecimento de enfermidades, como a gastrite crônica ou disfunções hepáticas. 


Assim, o Espírito reencarna com “pontos fracos” em seu perispírito, que determinam os órgãos que estarão mais predispostos a adoecer. Se o Espírito vai enfermar, ou não, isso dependerá, naturalmente, do estilo de vida e da conduta moral que adotar enquanto encarnado.


Conceito equivalente pode ser aplicado à gênese dos transtornos “mentais”, pois o cérebro é um órgão como outro qualquer. 

Assim, se no passado, o Espírito adquiriu débitos em virtude do mau uso de seus atributos intelecto-morais, pode criar marcas cármicas em seu perispírito na região correspondente ao cérebro. 


Ao reencarnar, trará consigo tendências a desequilíbrios químicos em seus neurotransmissores cerebrais. Se esse desequilíbrio neuroquímico se verificar, a Individualidade reencarnada poderá vir a padecer de enfermidades ditas “mentais”, como a depressão, o transtorno obsessivo-compulsivo, as fobias, a esquizofrenia etc. 


Tais doenças nada mais são do que doenças do cérebro. 


Não se tratam de doenças da mente ou do Espírito, embora sua causa seja espiritual. Se o transtorno dito “mental” estivesse radicado no Espírito, não se verificariam respostas favoráveis aos psicofármacos (medicamentos que agem reorganizando a química do cérebro).


Essa é a prova de que tais doenças estão, de fato, no cérebro, apesar da ciência atual ainda não ter recursos para perscrutar as sutis alterações que ocorrem na intimidade das células nervosas e em seus trilhões de conexões.


Ao examinar as origens da loucura, em O Livro dos Espíritos, item 375-a, Kardec reproduz o pensamento dos Benfeitores espirituais: é sempre o corpo, e não o Espírito que está desorganizado.

Entretanto, apesar das ditas doenças “mentais” serem, em verdade, doenças cerebrais, isso não significa que tudo se reduz ao cérebro. 

Pelo contrário, é o Espírito - com suas vibrações desarmônicas - que cria o desequilíbrio no cérebro, por intermédio do perispírito. Desta maneira, o Espírito não seria a sede das doenças ditas mentais, mas seria, sim, sua causa.


Importante ressaltar que, também na gênese das enfermidades “mentais”, a conduta moral do Espírito reencarnado, suas escolhas e atitudes, seu papel perante o outro e a vida têm indiscutível valor.

 Inserido, muitas vezes, em situações conflituosas, como relacionamentos desprazerosos, carência afetiva, problemas vocacionais, doenças incapacitantes, situações humilhantes ou derrocada econômica, o Espírito que não se habilita à superação das provas citadas coloca-se em situação psíquica desfavorável, que pode contribuir para o desiderato infeliz da enfermidade “mental”.


Outras vezes, a situação cármica é tão grave que tais doenças já se manifestam independentemente do concurso de fatores ambientais.  

Apresentamos abaixo um modelo que sintetiza nossas ideias:
 

Espírito com predisposições mórbidas específicas



Construção psíquica de um estado de ânimo negativo


(revolta, aflição, ódio, medo, culpa, insatisfação etc.)

Desarmonização da química cerebral
 (redução de serotonina e noradrenalina, por ex. na depressão; aumento de dopamina, por ex.  na esquizofrenia.)

Manifestação da doença “mental”
 (depressão, mania, psicoses etc.)

   Medicamentos e outras medidas terapêuticas reorganizam a química do cérebro
Recuperação plena ou parcial do equilíbrio cerebral

 Condição psíquica da entidade reencarnada define seu prognóstico futuro

(1) Colaborou neste artigo Carlos Alberto Mourão Júnior que, tal como Ricardo Baesso de Oliveira, é médico radicado na cidade de Juiz de Fora (MG).


O Consolador

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O PINTOR

 Certo pintor foi contratado para pintar o barco de um homem rico, que morava na mesma cidade que ele. 

Durante seu trabalho, percebeu um furo no casco, que poderia provocar o afundamento da embarcação e pôr em risco seus ocupantes. 

Reparou o problema e concluiu seu trabalho, deixando o barco como novo.

Dias depois, o dono do barco o procurou para pagar pelo serviço feito. Ao receber o cheque, o pintor notou que o valor era muito superior ao combinado. Estende-o de volta, informa o emitente sobre o erro e o valor correto. 

E o homem rico se explica:

― O cheque é seu e você merece o valor que registrei aí.

Depois que recebi o barco de volta, pintado, e deixei que meus filhos saíssem nele, é que me lembrei do furo no casco, que queria ter-lhe pedido que reparasse antes da pintura.

 Corri, desesperado, até à beira do lago, imaginando que o barco teria afundado e meus filhos morrido.

 Encontrando-os de volta à terra firme, tomei conhecimento de que você havia feito o conserto sem que eu lhe pedisse. Além do serviço perfeito, você não me cobrou por ele. Aliás, sequer o mencionou. Você tem ideia do que fez?

 Foi além do demandado e salvou a vida dos meus filhos. Receba o cheque – você merece cada centavo.

O pintor ouviu com atenção e retrucou:

― Por favor, pegue seu cheque de volta e me faça outro, no valor que havíamos combinado pela pintura. 

Não me tire a oportunidade e o prazer de ter sido útil sem ganho financeiro.

 A alegria que sinto, sabendo que fui útil, ainda mais acrescido com a possibilidade de ter salvado as vidas de seus filhos, é pagamento mais do que suficiente pelo que fiz. 

Além disso, creio que a vida deles vale muito mais do que isso. Mesmo que eu aceitasse seu dinheiro, não creio que você consideraria que foi o suficiente.

Essa parábola, cuja origem desconhecemos, nos leva a refletir nas nossas motivações. 

De tudo o que fazemos num dia de trabalho, o que é motivado pela remuneração pretendida, e o que é pelo espírito de servir além do pagamento? 

Quanto somos levados a agir em troca de algo, e quanto apenas pelo prazer de fazer um bem, mesmo que pequeno? 

Que fração de nós é mercantil, e que fração é benemérita? 

Já aprendemos a agir de forma totalmente desinteressada, pelo menos em algumas oportunidades, ou só nos movimentamos tendo em vista alguma compensação?

Trabalhar por um salário é justo e necessário, afinal de contas precisamos sobreviver. Mas trabalhar só pelo salário é muito empobrecedor.

 Qualquer um que só vise o ganho, financeiro ou não, sempre recebe mais do que vale.

O espírito de servir vai muito além do simples trabalhar. Implica uma doação de algo que flui da alma e só pode fazê-lo quem tem o que doar.

 Mercenários que somos na maior parte do tempo, sempre pensamos em termos de reciprocidade. 

Num mundo mesmerizado pelo consumismo exacerbado, pensamos o tempo todo em termos de troca – o que ganho, se lhe dou isso? 

Qual a paga pelo meu esforço extra? Quanto vale cada gesto que faço?

Nessa pauta, perdemos um dos prazeres mais puros e, talvez, o que mais dignifica o homem – o prazer de servir por servir, de fazer o bem pelo bem. 

Essa incapacidade é que nos leva a cobrar a gratidão do outro – 

“Não precisa me pagar; basta-me um ‘muito obrigado’!”

Na própria expressão de agradecimento está o aprisionamento moral do beneficiado, que passa a estar obrigado a uma contrapartida. 

E recusamos novos préstimos, se o outro não é agradecido o suficiente.

Doadores não cogitam retorno.

Conta-se que alguém, observando o trabalho abnegado de Madre Teresa de Calcutá, disse-lhe: ― “Irmã, por dinheiro nenhum do mundo eu faria o que a senhora faz!”.

 E ela respondeu: ― “Nem eu, meu filho, nem eu.” Poucos entendem essa postura, e muitos a reprocham.

O ato de bondade desinteressado é alimento para nossas almas. Se anônimo, então, é néctar divino, ambrosia que só os moradores do Olimpo do espírito podem apreciar.

Apesar de tudo, esse tipo de realização não é difícil.

O indivíduo que dedique um pouco de atenção para descobrir em todo trabalho que execute a oportunidade de servir, encontrará inúmeras possibilidades.

 É um motorista? 

Dirija com cuidado extra, zelando algo mais pela segurança de seus passageiros e do trânsito em volta. 

É um atendente de balcão ou telefone? 

Seja cortês além do que lhe exige o treinamento recebido e a etiqueta da função. É um artesão? 

Faça seu produto como quem executa uma obra de arte, não como um mero objeto de consumo. É um gestor? 

Gerencie com espírito de líder, que se sabe responsável pela felicidade de seus liderados.

 É um médico?

Veja seu paciente como uma vida demandando sua cooperação para prosseguir sua caminhada, em vez de apenas mais um nome na lista do convênio.

Tudo na vida é trabalho, e em todo trabalho há oportunidade de servir, embora nem sempre nos preocupemos com isso.

E, se “o trabalho-ação transforma o ambiente, o trabalho-serviço transforma o homem” (Emmanuel).


Estamos servindo, para construir um mundo melhor, ou apenas trabalhando para manter o que aí está?


JOSÉ LOURENÇO DE SOUSA NETO - O Consolado.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

 
               Espíritas: estudar, por quê?

“Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo. No Cristianismo encontram-se todas as verdades; são de origem humana os erros que nele se enraizaram.” 
O Espírito da Verdade. (Paris, 1860).

Aprendemos, logo ao adentrarmos os portões do conhecimento Espírita, que a Doutrina nada mais é do que o pagamento de uma promessa, feita, há dois mil anos, pelo governador de nosso Planeta: Jesus.
Trata-se do fenômeno conhecido como “O Consolador”, comentado pelo Mestre e registrado pela pena do apóstolo João, alguns anos depois: "Se me amais, guardai meus mandamentos.

 E rogarei a meu Pai e ele vos dará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: o Espírito da Verdade que o mundo não pode receber, porque não o vê e absolutamente não o conhece. Mas, quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós" (João, 14:15 a 17).

Em meados do século XIX, quando a humanidade já se encontrava em condições de recebê-lo e compreendê-lo, iniciaram-se vários fenômenos singulares nos cafés da França. 

Mesas giravam, ‘sozinhas’, respondendo questões propostas pelos visitantes, numa verdadeira apresentação do Além, que buscava, através dos fenômenos que feriam os sentidos, chamar a atenção das pessoas para algo muito mais grandioso do que até então se imaginara. 

Muito do que há entre ‘o céu’ e a Terra, foi revelado durante tais contatos. Então, aos dezoito dias do mês de abril de 1857, surgiu para a humanidade a Terceira Revelação, ditada pelos Espíritos e organizada pelo professor francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, nosso querido Allan Kardec.

Temos, portanto, no Consolador, uma vontade, uma programação, um planejamento da Espiritualidade Superior. Jesus desejou que recebêssemos tais informações e estas nos chegaram, límpidas, claras, objetivas e lógicas.

Na obra viga mestra - verdadeiro tratado filosófico que recebeu o nome de O Livro dos Espíritos - podemos encontrar, divididos em quatro grandes módulos, questões e apontamentos sobre o Criador, sobre a natureza da criatura, as relações destas criaturas com o meio e os resultados de tais interações, com encadeamento lógico, estruturado, repleto de racionalidade e objetivos bem definidos.
Proposta fundamental 

Uma das exortações feitas pelo Consolador, ou Espírito da Verdade, durante suas revelações a Kardec, destacamos no início deste artigo. Pediu-nos Ele que nos amássemos e nos instruíssemos. 
Em seguida, comenta que aquilo que Jesus nos ensinou é a Verdade, mas que deturpamos tais conceitos, tendo como resultado o que vimos ao longo de nossa própria história. 
Ou seja, devido à falta de amor e de estudo, o cristão adulterou o cristianismo, causando imensos prejuízos à humanidade.
Meditemos mais, pois, nesta exortação.
Num primeiro momento, pede-nos que nos amemos. 

Podemos concluir, portanto, que precisamos aprender a nos suportar uns aos outros, nos compreender, e, acima de tudo, nos ajudar, mutuamente, com verdadeiro espírito fraternal. 

Parece-nos que, embora ainda não tenhamos conseguido colocar em prática esta parte da proposta em toda a sua pujança, já compreendemos a sua necessidade e temos nos esforçado neste sentido. 

Tanto que, na maior parte das Casas Espíritas, o bom convívio se faz presente, a ajuda aos desafortunados do mundo é constante, com as mais diversas formas de ajuda material.

Entretanto, quando analisamos a prática da segunda parte, proposta na mesma frase, percebemos que nem sempre existe uma consciência sobre tal necessidade, muito menos de que a primeira parte da evocação depende, diretamente, da segunda e que a segunda, por sua vez, depende, totalmente, da primeira.

Explico-me.

O uso da razão, dos conhecimentos doutrinários, é que norteará a expressão do amor, impulsionando-o para a realização de forma plena, segura e eficaz.

Um exemplo simples, para auxiliar-nos na compreensão do que afirmo:

 Chega a informação, para certo espírita, de que determinada pessoa está às voltas com problemas emocionais, ouvindo vozes e vendo vultos pela casa, apresentando episódios de terror, com profundos desequilíbrios psíquicos. 

Com muito ‘amor’, aproxima-se o tarefeiro da Casa Espírita, propondo àquele que sofre estes revezes, o exercício da mediunidade e coloca-o, de imediato, como participante das tarefas de intercâmbio com o além.

 E afirma: 

Isso é mediunidade, tenha certeza. Basta que comece a trabalhar, que desenvolva seu dom, para que cessem os problemas”.

 Ledo engano. Reflexo da falta de estudo. Apesar de estar munido da melhor das intenções, devido ao fato de não conhecer bem os pressupostos básicos do Espiritismo, talvez acabe por encaminhar a pessoa em desequilíbrio a problemas ainda maiores.

A mediunidade em si é uma faculdade neutra, que não tem qualquer conexão com os desajustes físicos, mentais e espirituais da criatura. Estes surgem por motivos específicos, e requerem o tratamento médico, psicológico ou espírita adequado ao caso. 

Somente após seu retorno à normalidade é que o companheiro poderá vir a participar, como médium, dos trabalhos mediúnicos, se a faculdade surgir espontaneamente. 

No caso de desequilíbrios mentais e/ou espirituais, o exercício mediúnico não pode nunca ser iniciado, ou continuado. 

Um médium nessas condições não poderá contribuir positivamente com nada, além de gerar problemas para o grupo, inclusive facilitando a atuação de Espíritos interessados na instalação da desarmonia, dos melindres, das suspeitas, do enregelamento das relações entre os membros” (CHIBENI, 1995). 

*grifos nossos.

Falta-lhe, pois, [ao tarefeiro em questão] debruçar-se sobre as Obras Básicas, para delas absorver o conhecimento necessário sobre este e tantos outros temas que fazem parte de nosso cotidiano.

Amor sem conhecimento é como um facho de luz sem direção inteligente. 

Tanto pode iluminar os caminhos como ser abruptamente eclipsado pela barreira da ignorância, deixando de atuar dentro de suas potencialidades. 

O verdadeiro amor educa, eleva, promove autonomia, amadurecimento. E, para tanto, precisa da razão como bússola.
Por outro lado, a inteligência necessita do amor para ser útil, ética e sublime.

Ferramenta preciosa, deve ser usada para o bem, pois que, sem o amor, a inteligência se perde na escuridão da vaidade e do egoísmo.

Ainda dentro dos conceitos espíritas, aprendemos que todos tendemos à perfeição, e, para que tal objetivo se cumpra, precisaremos desenvolver tais aspectos complementares: o amor e o conhecimento.

A Sabedoria nada mais é que a inteligência revestida de amor, ou ainda podemos situá-la como sendo o amor guiado pela Inteligência.

Tipos de Caridade

Outro ponto que desejamos destacar está na concepção sobre o significado e abrangência da palavra ‘caridade’.

 Muitos espíritas, apoiados na exortação de Kardec, que afirmou, categoricamente, que fora da caridade não há salvação, consideram a necessidade de ajuda material ou moral a todas as criaturas, atendendo aos necessitados que batem à sua porta, seja através de alimentos, roupas, utensílios, diálogo amoroso, ajuda com documentações etc. Belo e importante trabalho, que deve continuar sendo realizado da melhor forma possível. 

Esquecem-se, porém, de que esta [a caridade] é ainda mais ampla, abrangendo outro aspecto, tão importante quanto os anteriores.

 Devemos realizar caridade material, claro, assim como devemos realizar a caridade moral, nos suportando, nos ajudando nas questões ligadas ao emocional, nos diversos setores da vida.

Entretanto, a caridade envolve um aspecto importantíssimo do desenvolvimento humano, relacionado à instrução. 

Esta faceta da caridade pode ser classificada, segundo as palavras de Jesus, como sendo ‘o pão para o Espírito’.

Desenvolver e praticar esta caridade é, antes de tudo, exercício de inteligência aliada ao amor.
*
Conhecer, compreender e manter a mensagem enviada por Jesus à Terra em sua forma original, respeitando suas diretrizes, inclusive no que se refere à progressão dos conhecimentos relacionados, é compromisso de todo espírita-cristão, sendo grande sua responsabilidade diante do manancial de informações contidas dentro da Doutrina Espírita.

Compromissos do Espírita-Cristão

Podemos, portanto, relacionar, de forma sucinta, três grandes compromissos assumidos pelo Espírita, diante de Deus e de Jesus:

a) Compromisso com a Doutrina:

 Não conseguiremos manter, proteger e divulgar com responsabilidade uma Doutrina se não conhecermos sua base, seu conteúdo. 

Numa analogia bastante simples, podemos comparar com certa pessoa que segue em direção ao aeroporto para receber alguém, com o compromisso de protegê-lo e encaminhá-lo até que chegue a seu destino, neste país. 

Porém, chegando lá, percebeu que não sabia como era tal pessoa, não conhecia seu nome completo e sequer estudara o caminho que deveria usar para levá-la a seu destino, em segurança. Impossível realizar tal missão com sucesso.

Urgente que estudemos a Doutrina com seriedade! Tal atitude é demonstração de respeito, de amor, de importância a Jesus, à Sua mensagem e ao empenho de seus tarefeiros. 

Divulgá-la, de forma responsável, é dever de todos nós, sob risco de cometermos os mesmos erros já ocorridos com a Doutrina trazida pelo próprio Cristo, há dois mil anos.

Admitir a progressão doutrinária apenas através de obras confiáveis, que caibam dentro do método proposto por Kardec [o CUEE], faz parte deste contexto de infinita importância. Logo mais tornaremos a falar a respeito.

b) Compromisso com sua melhora íntima:

 "Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade" – esclarece Allan Kardec. 

E continua: "A fé raciocinada que se apoia nos fatos e na lógica não deixa qualquer obscuridade: crê-se, porque se tem certeza e só se está certo quando se compreendeu" (KARDEC, 1861). 

Portanto, crer com propriedade, depende, invariavelmente, de se conhecer, racionalmente, o objeto de sua crença. 

Alterar o que não vai bem em nós, abrindo mão de vícios, abastecendo-nos de virtudes – a tão famosa reforma interior – só se concretiza, em toda a sua plenitude, se sabemos o porquê precisamos mudar, em que tempo e de que forma.

 “No caminho da evolução é imprescindível passarmos pela esquina do autoconhecimento.” (GELERNTER, 2011). Precisaremos nos reconhecer no mundo, em nós mesmos, em nossas relações interpessoais, para, então, conseguirmos avaliar as mudanças que precisam ser realizadas.

c) Compromisso com o próximo: Ninguém chega a Deus se não for através de Suas criaturas. 

Portanto, sem as relações humanas, não há evolução. 

É através da tessitura das relações que conseguiremos dar os passos necessários, exercitando o amor progressivamente, vida após vida, num continuummaravilhoso, repleto de oportunidades oferecidas pelo Criador. 

Todo espírita-cristão deve ter em sua mente que, independentemente da experiência que esteja vivendo, precisará buscar desenvolver em si aquilo que chamaremos de ‘postura do mestre’:

 ensinar e praticar aquilo que ensina, amando e ajudando as pessoas em seu desenvolvimento individual, ao mesmo tempo em que trabalha, incessantemente, por seu próprio desenvolvimento. Neste sentido, utilizando-se de tom fraternal, explica-nos Emmanuel: 

se abraçaste, meu amigo, a tarefa espiritista-cristã, em nome da fé sublimada, sedento de vida superior, recorda que o Mestre te enviou o coração renovado ao vasto campo do mundo para servi-Lo. 

Não só ensinarás o bom caminho. Agirás de acordo com os princípios elevados que apregoas” (EMMANUEL, p. 371).

Deve, todo aquele que se diz espírita, praticar o Espiritismo, o verdadeiro cristianismo redivivo na Casa Espírita, contribuindo pelo progresso do Planeta, saindo de ideias rudimentares dos cultos exteriores para os cultos interiores. 

Deve, ainda, saber como receber os neófitos, como prestar o melhor atendimento fraterno, sem confusões doutrinárias, sendo, portanto, imprescindível [mais uma vez repetimos] estudar os preceitos básicos do Espiritismo.

O que estudar?

Toda a construção de novos conhecimentos dentro de disciplinas preexistentes, parte, essencialmente, de certos axiomas, certos pontos fundamentais, apresentados por teóricos sérios, que se tornam, devido a seu esforço, responsabilidade e seriedade, clássicos da área em questão. 

Einstein tornou-se um clássico da Física Quântica; Freud, da Psicanálise; Commenius, da Pedagogia, e assim por diante. Para construirmos novos conhecimentos dentro das ciências destacadas, necessitamos repassar conceitos primevos, trazidos por estes expoentes.

Pois bem: 

O Espírito de Verdade, sendo o Consolador prometido por Jesus, é o clássico da Doutrina Espírita, em conjunto com sua equipe espiritual e Allan Kardec que, deste lado da vida, organizou, codificou os conhecimentos, dando enorme contribuição à Doutrina com seus comentários lúcidos, pertinentes. 

Portanto, nossos primeiros passos dentro do estudo espírita devem ser em torno das Obras Básicas, sendo que estas mesmas obras devem ser reestudadas ao longo de toda a encarnação do estudante, sendo este um eterno aprendiz. 

Ousamos comentar que o Espiritismo assemelha-se muito mais com o cordão que liga todas as contas do colar dos saberes humanos do que mais uma das contas. 

Precisaremos estudá-lo, por sua grandiosidade a abrangência, ininterrupta e sistematicamente, ao longo de todos os anos em que habitarmos o Planeta, e, certamente, após a nossa desencarnação. 

Não apenas para podermos contribuir com sua manutenção e propagação responsável dos conhecimentos, mas também para que possamos utilizá-los em proveito próprio e por toda a Humanidade.

André Luiz, diante deste tema, comenta que devemos 

"consagrar diariamente alguns minutos à leitura de obras edificantes, esquecendo os livros de natureza inferior, e preferindo, acima de tudo, os que, por alimento da própria alma, versem temas fundamentais da Doutrina Espírita. Luz ausente, treva presente. (...) Digerir primeiramente as obras fundamentais do Espiritismo, para entrar em seguida nos setores práticos, em particular no que diga respeito à mediunidade. Teoria meditada, ação segura. Disciplinar-se na leitura, no que concerne a horários e anotações, melhorando por si mesmo o próprio aproveitamento, não se cansando de repetir estudos para fixar o aprendizado. Aprende mais, quem estuda melhor" (LUIZ, A, 1978).

Conjuntamente, podemos nos enriquecer com os conteúdos existentes em obras complementares confiáveis, por serem verdadeiros manuais sobre Espiritismo a nos facilitar o entendimento, ampliando as revelações, de acordo com o método CUEE, anteriormente citado, que nada mais é do que o uso da razão em novas questões apresentadas por médiuns diversos [e idôneos], todas elas contendo os mesmos ensinamentos, assinadas por determinados Espíritos que se manifestaram através destes. Tais obras, para que sejam consideradas complementares, devem ser, concomitantemente, coerentes com os axiomas da Doutrina, lógicas, racionais, sendo que sua linguagem, seu estilo deve ser “elegante, instrutivo, lúcido, pacificador, consolador, moralizante e respeitador”. (PEREIRA, p. 28).

 Caso alguma informação nos chegue que não esteja de acordo com os pressupostos acima mencionados, não deve ser acatada como conhecimento Espírita, sendo de responsabilidade do divulgador esclarecer aos neófitos sobre este escolho, comum na atualidade, que tantos prejuízos tem trazido à saúde da propagação e manutenção doutrinária.

Como estudar?

Disciplinando o uso do tempo: Emmanuel, o orientador mediúnico de Chico Xavier, quando se apresentou pela primeira vez ao grande médium brasileiro, foi enfático, pronunciando as três regras básicas, necessárias para que Chico pudesse exercer seu mandato mediúnico com sucesso.

 Disse ele: “Disciplina, disciplina, disciplina”.

Na esperança de termos conseguido clarificar o leitor quanto à importância dos estudos para o espírita-cristão, seguimos o raciocínio, salientando sobre a imprescindibilidade da disciplina nas questões do estudo, aproveitando-se, da melhor maneira, do tempo sagrado que nos é concedido.

Sabemos que a realização de determinadas atividades em nosso cotidiano depende do quanto de tempo temos para nos dedicarmos a elas. 

Entretanto, não é menos verdadeiro que o tempo estará fatiado de acordo com nossas prioridades. 

Temos, num dia, 1440 minutos. Se consagrarmos 40 minutos, diariamente, aos estudos, estaremos utilizando apenas 3% do total. 

Somados, estes 40 minutos resultarão em preciosas 240 horas ao ano, utilizadas com sabedoria. Significativo empenho em benefício do ser, do próximo e da própria Doutrina.

Podemos ainda, a titulo de modesto auxilio, destacar alguns hábitos saudáveis no campo dos estudos espíritas:

a)                A prática do Evangelho no Lar, uma vez na semana, em dia e horário pré-determinado, além de trazer proteção ao lar, colabora eficazmente para a manutenção do equilíbrio dos familiares. Encontro marcado com Benfeitores Espirituais é compromisso com o bem, resultando em harmonia íntima e do grupo que ali se reúne.

b)                O estudo dentro da Casa Espírita, uma vez na semana, como exercício de troca e absorção dos conhecimentos doutrinários. Respondendo a relevante pergunta a este respeito, o Espírito Emmanuel esclarece que “tanto para os jovens como para os adultos o estudo em grupo é o mais eficiente, até porque não podemos nos esquecer que, na base do Cristianismo, o próprio Jesus desistiu de agir sozinho, procurando agir em grupo. Ele reconheceu a sua missão divina, constituiu um grupo de doze companheiros para debater os assuntos relativos à doutrina salvadora do Cristianismo, que o Espiritismo hoje restaura, procurando imprimir naquelas mentes, vamos dizer, todo o programa que ainda hoje e' programa para nossa vida, depois de quase vinte séculos. Programa de vivência que nós estamos tentando conhecer e tanto quanto possível aplicar na Doutrina Espírita, no campo de nossas lides e lutas cotidianas" (EMMANUEL).

c)                 A oração com leitura de pequeno trecho de teor elevado, em todas as manhãs e todas as noites, tranquiliza a mente, promove reflexões e lucidez para os embates do dia, servindo, ainda, de preparação para o desdobramento do Espírito, durante o descanso do corpo. Cabe a cada um a melhor organização de seu tempo no aproveitamento das horas para este mister. Muitas outras possibilidades existem, sendo todas elas de grande valor para o espírita responsável, ciente de seus deveres diante de si e do mundo.

Lembremos ainda que a função principal da Casa Espírita é a de auxiliar a humanidade através de estudos constantes, ofertando campo de trabalho, facilitando o amadurecimento do indivíduo e das sociedades. 

Neste sentido, recordemos a salutar advertência do Espírito Batuíra, quando nos informa que “toda congregação espírita na Terra tem como finalidade maior esclarecer pelo estudo, promover o amadurecimento emocional pelo trabalho e desenvolver as virtudes em potencial. 

Eis a atividade prudente e prioritária dos aprendizes do Evangelho. A ação caritativa e a boa vontade do Movimento Espírita prestam inestimáveis serviços à sociedade e ao Estado, conquanto não devam assumir de maneira simplista e com espírito salvacionista as funções do serviço social, que cabe à administração pública

 (na obra ‘Conviver e Melhorar’). *grifos nossos.

Finalizando nossos apontamentos, agradecemos vossa atenção até aqui. Sabemos que este tema não é tão popular quanto tantos outros, que por si só chamam a atenção de muitos, como por exemplo, as curas espirituais. 

Entretanto, sabemos que estudar também é medida profilática nas questões da saúde, uma vez que o saber é a antessala do fazer. Na esperança de ter contribuído com algo, despeço-me, realmente agradecida.

"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor."  Paulo (1 Coríntios 15:58).

Referências Bibliográficas:
CHIBENI, S., Noções Básicas da Mediunidade, artigo disponível no site Portal do Espírito, acessado através do endereço:
CRISTIANO, E./ pelo Espírito de Yvonne Pereira; A Pena e o Trovão; A Importância do Conhecimento Espírita; Campinas, SP, Ed. Allan Kardec, 2010.
GELERNTER, C. A Fala e a Escrita Espírita: Uma Reflexão, artigo disponível no site Proseando, através do link: http://claudiagelernter.blogspot.com/2011/05/fala-e-escrita-espirita-uma-reflexao.html, acessado em 01 de junho de 2011.
NETO, F.E.S., Conviver e Melhorar, pelo Espírito Batuíra, Ed. Boa Nova, 1999.
JOÃO, Apóstolo, Novo Testamento, 14:15 a 17.
KARDEC, A. O Evangelho segundo o Espiritismo, Advento do Espírito da Verdade, Tradução Guillon Ribeiro. 3ª Edição. Rio de Janeiro: FEB. 1994.
__________ O Livro dos Espíritos. Tradução Evandro Noleto Bezerra. Edição Especial. Rio de Janeiro: FEB. 2006.
XAVIER, F. C. Pão Nosso, lição Crê e Segue, pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: FEB, 24ª edição, 2004.
XAVIER, F. C.; VIEIRA, W. Conduta Espírita. 6ª. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1978.

XAVIER, F.C.; A terra e o Semeador, 6ª. ed., Rio de Janeiro: FEB, 1975.

CLAUDIA GELERNTER