kardec - o educador

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

MINHA ORAÇÃO NO FINAL DO ANO

Senhor Deus,  dono do tempo e  da eternidade, teu é o hoje e  o amanhã, o passado e o futuro
Ao acabar  mais um ano,  quero te dizer obrigado por tudo aquilo que recebi de Ti.
Obrigado pela vida e pelo amor, pelas flores,  pelo ar e pelo sol, pela alegria e pela dor, pelo o que foi possível e pelo o que não foi.
Ofereço-te tudo o que fiz neste ano,  o trabalho que pude realizar,  as coisas que passaram pelas minhas mãos e o que com elas pude construir.
Apresento-te as  pessoas que ao longo destes meses  amei, as amizades novas  e os antigos amores.
Os que estão perto de mim e aqueles que pude ajudar, as com quem compartilhei a vida, o trabalho, a dor e a alegria.
Mas também,
 Senhor, hoje quero te pedir perdão. Perdão pelo tempo perdido, pelo dinheiro mal gasto, pela palavra inútil e o amor desperdiçado.
Perdão pelas obras vazias e pelo trabalho mal feito, perdão por viver sem entusiasmo.
Também pela oração  que aos poucos fui adiando e que agora venho apresentar-Te, por todos meus olvidos, descuidos e silêncios, novamente te peço perdão
Nos próximos dias começaremos um novo ano.
 Paro a minha vida diante do novo calendário  que ainda não se iniciou e te apresento estes dias, que somente Tu sabes se chegarei a vivê-los. próximos dias  começaremos um novo ano.
Hoje, te peço para mim, meus parentes e amigos,  a paz e a legria, a fortaleza e a prudência,a lucidez e a sabedoria.
Fecha meus ouvidos  a toda falsidadee meus lábios a palavras mentirosas, egoistas ou que magoem.
Abre Que meu espírito seja repleto somente de bênçãos para que as derrame por onde passar. sim, meu ser a  tudo o que é bom.
Senhor,  a meus amigos que lêem esta mensagem, enche-os de Sabedoria, Paz e Amor
E que nossa amizade  dure para sempre em  nossos corações.
Enche-me, também, de bondade e alegria  para que todas as pessoas que eu encontrar no meu caminho possam descobrir em mim um pouquinho de Ti.
Dá-nos um ano feliz, e ensina-nos a repartir felicidade
Que assim seja sempre!!



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

UM AMIGO DO CÉU


Na longa estrada da vida
Nunca caminhas sozinho
Tens sempre alguém a teu lado
Pra te guiar no caminho

É alguém que te quer muito
Que está presente a todas as horas
Que se alegra quando  ris
Que se entristece quando choras

Escuta-o com atenção
Atende ao seu chamamento
E evitarás pela vida fora
Muita dor e sofrimento

Agradece-lhe em cada dia
Com uma singela oração
Teu amigo é merecedor
Da tua maior gratidão

Quem é este amigo do Céu
Que te ampara e alumia?
É o teu Anjo da Guarda,
É o teu Mentor, é teu Guia.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL

Feliz Natal

Natal Feliz! Harmonias
Ressoam no céu aberto.
A paz é luz que vem perto,
Estrela oculta a brilhar!...
Comoventes melodias,
Anseios renovadores,
Alegrias, esplendores
No mundo familiar.
Cada expressão do caminho
Revela ternura imensa,
Retorna o clarão da crença,
Sublime, confortador...
É a pastoral do carinho,
Por mil vozes inocentes
Mensagens, flores, presentes,
Transitam plenos de amor.
Explodem brindes à mesa
No louvor que tumultua,
Vertem cânticos da rua,
Sempre música a surgir...
Em cada prece a beleza
Fulge nas almas do povo
Que espera o sol do porvir.
Há convite, onde apareças,
Ao prazer que vibra em casa,
Todo júbilo extravasa
Em profunda exaltação.
Entretanto, não te esqueças
De que o Natal doce e brando
É sempre Jesus chamando
Às portas do coração.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Os Dois Maiores Amores. Ditado pelo Espírito Irene S. Pinto. Edição GEEM.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

3 - APRENDER A SER

continuando......... Os pilares da psicologia espírtia.......
A partir do momento e, que decidimos pautar nossa vida nos valôres intrinsecos da alma, partimos para o grande desafio de "SER".

Saimos da condição de " pessoa espelho", definida por Joanna de Ângelis como todo aquele que reflete as conveniência dos outros, para refletir a nossa própria essência.

Um dos desafios que se encontra, a partir desssa perspectiva, é aprender a conviver com a própria "solidão",  no sentido que nem sempre será possível aguardar que os outros nos compreendam e compartilhem conosco no processo. É por isso que a autora reforça " o homem deve ser educado ´para conviver consigo próprio, com a sua solidão, com os sentimentos momentâneos limites e ansiedades, administrando-os em proveito pessoal, de modo a poder compartir emoções e reparti-las.

Certamente que não se trata da solidão patológica, ou do isoloar-se por não entender ou suportar a convivência de interagir com este ser que somos. mas que por conta de suas estruturas inconscientes. nos torna desconhecidos de nós mesmos.

A sintese de "aprender a ser" é proposta por Joanna de Ângelis da seguinte forma:  A EDUCAÇÃO, A PSICOTERAPIA, A METODOLOGIA DA CONVIVÊNCIA HUMANA DEVE ESTRUTURAR-SE EM UMA CONSCIÊNCIA  DE SER, ANTES DE TER, DE SER, EMBORA SEM A PREOCUPAÇÃO DE PARECER" 

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

"Alma gêmea da minh’alma,
Flor de luz da minha vida,
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão!...
Quando eu errava no mundo
Triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração.

Vinhas na bênção dos deuses,
Na divina claridade,
Tecer-me a felicidade,
Em sorrisos de esplendor!...
És meu tesouro infinito,
Juro-te eterna aliança,
Porque eu sou tua esperança,
Como és todo o meu amor!"
(Do livro “Há Dois Mil Anos” psic. Xico Xavier)

Lei de Causa e Efeito.

"Na patogênese da alienação mental, sob qualquer aspecto em que se apresente, sempre defrontaremos um Espírito falido em si mesmo, excruciando-se sob a injunção reparadora, de que não se pode deslindar, senão mediante o cumprimento da justa pena a que se submete pelo processo da evolução.

As Soberanas Leis, que mantêm o equilíbrio da vida, não podem, em hipótese alguma, sofrer defraudações, sem que se estabeleçam critérios automáticos de recomposição, em cujo mister se envolvem os que agem com desregramento ou imprevidência.

Sintetizadas na lei de amor, que é a lei natural fomentadora da própria vida, toda criatura traz o gérmen, a noção do bem e do mal, em cuja vivência programa o céu ou o inferno e aos quais se vincula, nascendo as matrizes das alegrias ou das dores, que passam a constituir-lhe o modus vivendi do futuro, atividade essa pela qual ascende ou recupera os prejuízos que se impôs.

Não há, nesse Estatuto, nenhum regime de exceção, em que alguém goze de benção especial, tampouco de qualquer premeditada punição.

Programado para a ventura, o Espírito não prescinde das experiências que o promovem, nele modelando o querubim, embora, quando tomba nos gravames da marcha, possa parecer um malfadado "satanás", que a luta desvestirá da armadura perniciosa que o estrangula, fazendo que liberte a essência divina que nele vige, inalterada.

Quem elege a paisagem pestilencial, nela encontra motivos de êxtase, tanto quanto aquele que ama a estesia penetra-se de beleza , na contemplação de um raio de Sol ou de uma flor, inundando-se de silêncio íntimo para escutar a musicalidade sublime da Vida.

Não existe, portanto, uma dor única, na alma humana, que não proceda do próprio comportamento, sendo mais grave o deslize que se apóia na razão, no discernimento capaz de distinguir, na escala de valores, as balizas demarcatórias da responsabilidade que elege a ação edificante ou comprometedora...

Só Jesus viveu a problemática da aflição imerecida, a fim de lecionar coragem, resignação, humildade e valor ante o sofrimento. Ele, que era Justo, de modo que ninguém se exacerbe ou desvarie ao expungir as penas a que faz jus.”

Autor: Manoel Philomeno de Miranda
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Nas Fronteiras da Loucura